terça-feira, outubro 25, 2011

INFOGRAPHIC - Best Education Sites - The Schools That Rule The Web




USA boost college student's grades with internet usage and I hope to hear the same in Brazil soon.
The growth of the internet over the past two decades has sparked a dramatic increase in its use as an education medium. Websites are popping up every week that grab hold of the trend and offer ways for people to improve their professional status or simply increase their own personal knowledge.
This comprehensive data set below show that a college's web presence is more than just marketing - it's often an indicator of an institution's overall quality.
In Brazil people are shifting also towards online schooling as a preferred method of education but companies and main universities has difficulties to accept; it's a long way but considering that internet it's a big business and show no signal of slowing And for your remember the mobile learning is just began. 
In Brazil people are shifting also towards online schooling as a preferred method of education but companies and universities has difficulties to accept online degrees. It's a long way but considering that internet it's really a big business yet and show no signal of slowing I believe that online education will be the next strong wave. And just for remember the mobile learning just began too:-)



Schools That Rule the Web
Created by: Best Education Sites
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segunda-feira, julho 04, 2011

Web2.0 e Web3.0 a Caminho

Resumo do primeiro semestre de 2011 deste meu primeiro blog criado há alguns anos: perdeu feio a concorrência para outros mídias sociais - principalmente Twitter, Facebook e Linkedin, nesta ordem.

Já havia escrito aqui sobre essa previsão e o fato concreto é que meu Green Ability feito no Tumblr, o InnovaVis Creativenomics no Posterous assim como todos os serviços e redes que uso superaram (e muito) meu Blogger. Vou me disciplinar para retomar um pouco mais a atividade neste semestre... Vamos ver.

Neste esforço e na minha busca por ferramentas zoomer nada melhor do que ter como referência o Prezi, um serviço sobre o qual já comentei e que aqui elogio novamente. E, assim, aqui estão duas apresentações muito interessantes sobre Web2.0 e Web3.0 que achei por lá; são temas que realmente gosto. Vale a pena dar uma olhada.












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terça-feira, abril 05, 2011

Ensino nas redes sociais

Recentemente li (mais) um texto de George Siemens falando sobre o tema e daí resolvi - também baseado nele - escrever aqui sobre.

Nas últimas décadas as redes tecnológicas transformaram fortemente setores como televisão, produção, financeiro, música dentre outros, trazendo novas empresas, novos competidores, novos "jeitos" de competir. As redes sociais, impulsionadas fortemente por redes tecnológicas, vem na mesma linha transformando notícias, a comunicação, a interação entre as pessoas.george siemensImage by D'Arcy Norman via Flickr
A educação situa-se no nexo social/tecnológico das mudanças - e não sinto ela preparada para uma forte mudança transformadora. No entanto, a inovação sistêmica é necessária em todos os setores - inclusive no educacional. A pergunta feita pelo Siemens é essa: concentrando-se mais especificamente sobre como o ensino é impactado pelas redes sociais e tecnológicas, qual é o papel de um professor?


Este professor obviamente desempenha diversos papéis em uma sala de aula tradicional: é um incentivador, apoiador, guia, sintetizador. Mais importante, o professor oferece uma narrativa de coerência de uma determinada disciplina. Elege um livro didático, determina e seqüencia tópicos de aula e planeja as atividades de aprendizagem, tudo para desenvolver e oferecer a coerência de uma área temática.

Este modelo funciona muito bem quando podemos centralizar tanto o conteúdo quanto o professor, mas desmorona quando os conteúdos são multiplicados e espalhados em inúmeras fontes no intuito de ampliar a visão do aluno . Neste sentido simplesmente as redes sociais e tecnológicas subvertem o papel em sala de aula do professor.

O professor pode "levar" qualquer pessoa a sala de aula, antes limitada pelo seu conteúdo "pré-programado". Pode levar um especialista de história pelo skype, um de geografia via messenger, montar um projeto de química via TeamLab, discutir uma planilha com um especialista em finanças pelo Google Apps e por aí vai. Assim os alunos não se limitam apenas à interação com as idéias de um pesquisador ou teórico e sim podem interagir diretamente com os pesquisadores através do Twitter, blogs, Facebook, listas de discussão e um número quase que ilimitado de ferramentas (olha só o termo: ferramentas).

A voz do professor - em larga medida unitária - passa então a ser fragmentada pelas oportunidades ilimitadas das conversa disponíveis nas redes. Quando os alunos têm o controle das ferramentas de conversa, eles também controlam as conversas em que eles escolhem para participar - e com quem.

O conteúdo do curso passa a ser igualmente fragmentado. O livro está agora ampliado com vídeos do YouTube, artigos on-line, simulações; o Second Life cria museus virtuais, são checadas as trilhas de conteúdo no Diigo, reflexões no StumpleUpon, e assim por diante.

E daí vem outra pergunta com uma resposta interessante do Siemens: qual é o impacto da conversa/fragmentação de conteúdo?

Os cursos tradicionais fornecem uma visão coerente de um sujeito. Essa visão é moldada por "resultados de aprendizagem" (ou objetivos). Estes resultados traduzem - ou vem - da seleção do conteúdo e da concepção de atividades de aprendizagem. Idealmente, os resultados e o conteúdo/currículo/instruções são então alinhados com a avaliação.

É tudo muito lógico: nós ensinamos o que dizemos que vamos ensinar, e então avaliar o que dissemos que iríamos ensinar. Este mundo acolhedor e confortável do alinhamento, os resultados de instruções-avaliação só existe na educação. Em todas as outras áreas da vida, a ambigüidade, a incerteza, e o desconhecido reinam.

A fragmentação do conteúdo e da conversa está prestes a romper essa visão bem-ordenada de aprendizagem. Educadores e universidades (infelizmente poucas, mas já é um começo) estão começando a perceber que eles não têm mais o controle que um dia tiveram; e será assim daqui prá frente.

Como podemos alcançar resultados claros através de meios distribuídos? Como podemos alcançar os objetivos de aprendizagem quando o educador já não é capaz de controlar as ações dos alunos?

No futuro o papel do professor, o educador, será muito diferente do atual. Dado que a coerência e a lucidez são fundamentais para a compreensão do nosso mundo, como os educadores ensinam nas redes? Para os educadores que virão, controles serão substituídos por influência. Em vez de controlar uma sala de aula, um professor terá influência sobre ela. Ele terá vários papéis ampliando, fazendo a "curadoria", orientando socialmente, agregando, filtrando, modelando e estando presente de forma significativa na rede dos alunos.

Nas redes sociais nós encontramos nosso caminho através da exploração ativa. A rede ajuda o aluno a "fazer sentido" na complexidade das áreas do conhecimento, não confiando apenas em sua própria leitura e exploração de recursos, mas permitindo esta rede social filtrar os recursos e chamar a atenção para temas importantes. Para que essas redes trabalhem eficazmente, os alunos devem estar conscientes da necessidade de diversidade e devem incluir perspectivas críticas ou antagônicas em todas as áreas temáticas (sensemaking).

O que você faz quando você conhece alguém? A probabilidade de procurá-lo no Google ou Facebook é muito alta, ou mesmo em redes como pipl quando nada consegue; você insiste. Sem uma identidade on-line, você não pode se conectar com outras pessoas - conhecer e ser conhecido e tal qual fala o meu "inspirador" não estou exagerando a importância de ter uma presença viva nas redes - principalmente se você quer ensinar, ter uma narrativa de coerência com seus alunos.

Continua a dificuldade, mas também insisto. Ferramentas novas - todas com menos de 10 anos de idade - vindo, mexendo e revirando meios centenários - e ultrapassados - de aprendizagem causam realmente uma série de perguntas. A questão central é se podemos pensar a vida sem elas, seja lá qual nome You Tube, Facebook, Google e centenas de outras vierem a ter no futuro. O importante é atentar para o meio onde elas crescem de forma vigorosa, consistente e - reafirmo - sem volta: as redes.

Não adianta desconversar, achar que é temporário, que é moda. Foi assim com a tecnologia da informação há algumas (e poucas) décadas onde muitos e muitos céticos diziam que era uma moda passageira e tiveram suas organizações aniquiladas por quem investiu em inovação e processos tecnológicos apoiados por TI. Vai ser assim com a mobilidade, com as tecnologias móveis: mais um capítulo de forte evolução baseada principalmente na conveniência das pessoas, com números que não param de crescer vertiginosamente desde quando surgiram. E assim também com as redes sociais. A aprendizagem nunca mais será (nem poderá) ser a mesma. Ainda bem!
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sexta-feira, outubro 29, 2010

Inovação ou mudança?


Quero saber o que as pessoas pensam e o que acontece quando se fala em mudança.

Quero é jogar para fora perguntas sobre ensino diferenciado ou novas possibilidades, quando não falamos - no mesmo grau - sobre avaliação diferenciada; continuamos fazendo mais do mesmo. Quero colaborar com essas idéias e me envolver na solução delas.

Assim, no contexto de falar de mudança ... e saindo de uma das afirmações que faço, percebo uma coisa: é melhor parar de falar sobre a criação de culturas de mudança.

Mudança é uma palavra com significado - positivo ou negativo. A mudança pode ser positiva ou negativa. A mudança pode ser uma coisa ruim - temos um monte de gente a quem perguntar sobre, e pode ser positiva - tomara que tenhamos mais gente ainda. E consigo traz alguns medos, que são naturais muitas vezes.

Quero começar a falar sobre inovação. Quero que passemos a pensar como tornar muito melhor o que chamamos de escolas que conhecemos hoje. Inovação é a palavra chave para isso.

A inovação não tem de significar inovação tecnológica. Ela pode ser sobre a prática docente, estrutura escolar, os estilos de aprendizagem dos alunos, metodologias online, qualquer coisa, mas esse é o termo que devemos usar se efetivamente queremos fazer algo. Manter a estrutura atual sem inovação, só falando de mudança, não adianta.

Para entender melhor, temos que considerar e ver a importância atribuída a dois conceitos básicos relacionados com a inovação: orientação sistemática e resultados.

Em termos de inovação pelos objetivos, precisamos de indicadores para dar a volta e fechar o ciclo de inovação. Desta forma, nós saberemos o quanto temos conseguido e se cumprimos os objetivos propostos, ou se precisamos manter à procura de inovações para alcançar os objetivos. Em suma, saber se a inovação realmente trabalha a favor e vai além de palavras e boas intenções.

Mudar por mudar é cansativo, frustrante, e pode tornar-se difícil fazer melhorias quando vemos oportunidades para ir além; é uma timidez essa mudança, desnecessária diria. Inovação sugere um movimento para a frente, onde creio que todos precisamos ir. Da mesma forma, sugere que temos que questionar o porque queremos mudança, assim como avaliar o que perdemos quando mudamos - que é, por vezes, muito.

Resumindo: inovar é algo que eu quero fazer avançar. Não quero falar sobre como as nossas escolas vão mudar, eu quero falar sobre como as nossas escolas vão inovar.

Mas como é que podemos convencer quem concede investimentos/orçamentos para a inovação para continuar a pôr dinheiro se não temos dados para mostrar qualquer tipo de retorno? Como vamos convencer que a transferência de pessoal para trabalhar em equipes de inovação vale a pena?

A mensuração sistemática do desempenho da inovação passa a ser, assim, a chave para converter o processo de geração de inovação em um ciclo que você pode (e deve) executar, sequencialmente. Essa mensuração também tem uma vantagem importante na implementação de um sistema de inovação, para que possamos "justificar" os benefícios do sistema de inovação quando encontramos obstáculos e inconvenientes que aparecem por conta da resistência à mudança e processos paralelos.

Neste sentido, podemos dizer que, se os objetivos são o motor do ciclo de inovação, a mensuração de resultados é o lubrificante que reduz o atrito. Será que conseguiremos efetivamente inovar nas escolas ou apenas mudá-las?


terça-feira, setembro 14, 2010

Falando sobre Open Space

Modelos Open Space (desconferência também é outro termo usado) estão ganhando popularidade não só em comunidades hi-tech como fóruns auto-organizados para troca de idéias, networking, aprendizado, conversação, demonstração e interação com outros geeks, mas também em eventos educacionais e corporativos.

O formato é baseado na premissa de que seja qual for o tipo de profissão, as pessoas na audiência não apenas aquelas selecionadas para falar no palco- têm pensamentos interessantes, insights, e habilidades para compartilhar. Todos que presenciam uma desconferência podem participar de alguma forma: se apresentar, falar em um painel, mostrar uma projeção, ou apenas fazer um monte de perguntas.


Como um evento, o caráter da desconferência fica em algum lugar entre aquele de um bazar e aquele de uma sala intelectual, ou seja, é um “mercado de ideias”, de livre pensar. É feito para pensar e para questionar o modelo atual da proposta do tema.


Não há temas específicos (pode haver um grande tema, por exemplo) ou direções para guiá-lo,como em uma típica conferência; o evento é centrado naquilo que pode ser chamado de grupo de discussão. A natureza ad hoc e o custo acessível fazem do modêlo uma possibilidade produtiva para quem o utiliza.


Os princípios que guiam o Open Space são diretamente influenciados pelo trabalho do autor e consultorHarrison Owen, que desenvolveu o formato ou método Open Space World Resources em meados de 1980. Ele publicou Open Space Technology: a User's Guide, em 1993. Este livro discutiu as diversas técnicas associadas às desconferências (entretando, o livro não usa este termo).


São 4 os Princípios - chamar de regras acho que descaracteriza o processo:

1) Seja quem for que veio, é a pessoa certa;

2) O que quer que aconteça, é apenas aquilo que deveria ter acontecido;

3) Quando quer que comece é a hora certa;

4) Quando acaba, acabou.


A eles vem atrelada uma "lei" conhecida como Lei dos Dois Pés: "se a qualquer momento você encontra-se em qualquer situação onde você não estiver nem aprendendo ou contribuindo – use seus dois pés para ir a algum lugar onde você possa gostar.


Este local poderia ser outro grupo, na cafeteria ou mesmo fora na luz do sol. Não importa o quê, a idéia é que você não tenha qualquer desconforto em relação ao que está fazendo. A lei, tal qual está escrita,pode soar como hedonismo, mas mesmo este tem o seu lugar e muito provavelmente pessoas mais felizes devem ser, em teoria (e acho que na prática também) mais produtivas.



Uma Nova Forma de Organização Social


Em seu livro “The Rise of the Creative Class”, o sociologista Richard Florida descreve a evolução de ocupações como designers, programadores, e cientistas que dirigem a economia. De acordo ele, a Classe Criativa não é apenas a catalisadora da atividade econômica na era da informação, como está atualmente transformando a forma como nossa sociedade é organizada.

A natureza do trabalho está mudando: ocupações Criativas requerem longas horas, mas funcionam essencialmente com horários flexíveis e mobilidade maior. Isto significa que requeremos e demandamos um diferente conjunto de sistemas de suporte, assim como de atividades das comunidades e redes onde estamos inseridos.


Organizações poderosas como as igrejas e clubes da comunidade têm tradicionalmente definido nossas interações sociais. Estas cabeças, neste momento, estão rolando. Nossos relacionamentos mais leves e próximos (colegas e conhecidos) devem ser uma forma mais efetiva de interação. O Open Space então parece ser um passo óbvio nesta direção.

Por requerer infraestrutura e organização de uma indústria mais experiente, o Open Space pode acontecer mais frequentemente, porque seu custo é baixo e qualquer um que deseje pode ir; isso é o mais importante. Só quem tem real interesse pelo o que será discutido lá estará; o modêlo é bem diferente do tradicional onde as pessoas são "obrigadas" a comparecer a um local quando, na realidade,seu pensamento está em outro. Essa pessoa certamente em nada contribuirá com o ambiente e seus objetivos.

De certa forma todos no Open Space participam: interagindo, fazendo networking, trocando idéias e experiências, perguntando, respondendo. Óbvio que o Open Space não é a única alternativa para a reunião de profissionais - aliás, posso afirmar por experiência própria que ele é como um hacker dentro de modelos tradicionais já estabelecidos.


Acho que há uma relação de amor e ódio de quem participa: ou adora ou detesta. Particularmente para estes últimos acho que o "detesta" significa estar muito ligado a um modelo tradicional ou não suportar uma discussão mais profunda ou ainda não conseguir argumentar frente a determinada "situação-surpresa" no evento, vamos assim chamar.


No entanto, o Open Space pode crescer muito e também ser utilizado como um método por trabalhadores criativos para construir um projeto, um novo evento ou mesmo um novo tipo emergente de comunidade.


Como o Open Space cresce em popularidade na economia criativa - e nesta, idéias, imaginação, criatividade e inovação aplicam-se a quaisquer segmentos da economia, a qualquer atividade econômica - algumas dessas reuniões irão naturalmente gravitar em direção a resultados sociais. Como por exemplo juntam-se ao Rotary ou Lions Clubs, as pessoas podem tornar o Open Space um meio e método produtivo para prover um fórum para discussão aberta e colaboração, voltada para resolver problemas complexos.


O Open Space pode ser conduzido em diferentes modelos. Alguns deles são:


Fontes:

  1. money.cnn.com Why "unconferences" are fun conferences
  2. wikipedia "open space technology"

Links:

Se você quiser conhecer mais veja esta apresentação online sobre Open Space, de Kaliya Hamlin.

E, para finalizar, um
Wordle (abaixo, uma das ferramentas online que utilizamos nos "Open Spaces" da NexPeople) que sintetiza uma entrevista de Harrison Owen falando sobre o tema. Aliás o Wordle tem lugar cativo na minha lista Web2.0 :-)


Giancarlo